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Fim de ano pode intensificar emoções: psicóloga do Hospital Marieta explica como lidar com ausências, luto e internações

O período de festas costuma ser associado à união, celebração e reencontros. Porém, para muitas pessoas, o Natal e o Ano Novo também despertam sentimentos de saudade, ansiedade, tristeza e até culpa por não conseguir acompanhar o “clima festivo”.

“O fim de ano evidencia ausências. A pessoa em luto, quem viveu um término ou quem está longe da família percebe de forma ainda mais intensa aquilo que não está ali. E tudo bem não estar bem. É preciso desconstruir o mito de “ felicidade obrigatória”, onde todos precisam estar bem e felizes no Natal e Ano Novo”, explica a psicóloga Simone Bello, do Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen.

As festas podem ampliar a sensação de vazio deixada por quem partiu. A chamada “cadeira vazia”, que simboliza ausências físicas ou emocionais, reacende memórias, rotinas interrompidas e expectativas que não se concretizaram. “Sentir falta, se emocionar e viver o luto é uma forma de honrar a história que foi compartilhada”, afirma.

Outro fator que gera sofrimento é a impossibilidade de reunir a família. Mudanças de cidade, trabalho, limitações financeiras, conflitos ou necessidades pessoais fazem com que muitos passem as festas longe de quem amam. “ Existem formas de manter a conexão: conversas, mensagens, rituais personalizados ou simplesmente expressar o quanto aquela relação é importante”, orienta a psicóloga.

Para aqueles que enfrentam doenças ou têm um parente internado no período, o clima festivo parece ainda mais distante. No Hospital Marieta, esse é um cenário frequente entre pacientes e familiares que chegam fragilizados emocionalmente. Simone Bello explica que o primeiro passo é compreender a necessidade do tratamento e trabalhar a aceitação do momento. Ela destaca o conceito do Círculo de Segurança, no qual familiares exercem a função de “Base Segura” e a equipe multidisciplinar atua como fonte de proteção, promovendo segurança por meio das necessidades atendidas.

Mesmo diante de desafios, a gratidão ainda pode estar presente de forma realista. “Existe um elo muito forte quando falamos de gratidão. Ela pode surgir quando o paciente, a família ou o cuidador reconhece que suas necessidades foram atendidas, que houve acolhimento e cuidado por parte da equipe”, afirma. Para ela, praticar a empatia ajuda a ampliar esse olhar. “Se olharmos para as pessoas com mais empatia, e percebermos as dores silenciosas que cada um carrega, os sonhos interrompidos, o ‘boa noite’ ou o ‘eu te amo’ que talvez nunca mais será dito ou recebido, entenderemos o quanto temos motivos para praticar a gratidão.”

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Novembro Roxo:  o pré-natal como aliado na prevenção da prematuridade

O mês dedicado à conscientização sobre a prematuridade, o Novembro Roxo reforça uma mensagem essencial: a maioria dos partos prematuros pode ser evitada com cuidados adequados durante a gestação.

O acompanhamento regular durante a gestação é essencial para proteger a saúde da mãe e do bebê, permitindo a identificação precoce de futuras complicações. 

Durante o pré-natal, é possível identificar complicações que aumentam o risco de parto prematuro, como: hipertensão, diabetes gestacional, sífilis e infecções. Essas condições, muitas vezes silenciosas, quando não diagnosticadas a tempo, podem trazer consequências graves para a saúde da gestante e do recém-nascido.

A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível que pode ser transmitida da mãe para o bebê durante a gravidez ou o parto. Quando não diagnosticada e tratada a tempo, pode causar aborto, parto prematuro, má-formação do feto e até morte do recém-nascido.

Outra infecção,  a causada pela bactéria estreptococo do grupo B (Strepto B), que pode estar presente no trato genital da mulher sem causar sintomas. Quando não detectada, pode ser transmitida ao bebê no momento do parto, provocando infecções graves, como meningite, pneumonia e sepse neonatal.

 “O pré-natal é o momento em que conseguimos avaliar cada etapa da gravidez, orientar a gestante e prevenir desfechos graves. Quanto mais cedo iniciamos o acompanhamento, maior é a segurança para todos”, destaca o médico ginecologista e obstetra do Hospital Marieta Konder Bornhausen, Gustavo Côrtes.

O Ministério da Saúde recomenda no mínimo seis consultas, distribuídas ao longo da gestação, sendo a primeira preferencialmente ainda no primeiro trimestre. No entanto, a realidade em alguns casos é preocupante. A não realização das consultas, aumenta significativamente os riscos de parto prematuro, baixo peso ao nascer e até mortalidade materna e neonatal.

O cuidado vai além do acompanhamento médico. Um pré-natal de qualidade envolve também enfermeiros, nutricionistas, psicólogos e assistentes sociais, em uma abordagem multiprofissional. As Unidades Básicas de Saúde (UBS) são a porta de entrada para esse atendimento e, em casos de gestações de alto risco, como hipertensão e diabetes não diagnosticadas previamente, a paciente deve ser encaminhada para serviços de referência, como o Hospital Marieta.

“ O ideal é que esse cuidado aconteça desde o início da gravidez, evitando intercorrências que poderiam ser prevenidas. O acompanhamento pré-natal favorece um parto saudável, reduz complicações e preserva vidas”, reforça o Dr. Gustavo.

Atendimento às gestantes em Itajaí 

Em Itajaí, segundo a secretaria de saúde,  o acompanhamento das gestantes é organizado conforme o risco gestacional, garantindo atendimento adequado a cada necessidade. As gestantes de baixo risco são acompanhadas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) pelas equipes da Estratégia de Saúde da Família, que realizam o pré-natal, orientações e exames de rotina. Já as gestantes de médio risco têm o pré-natal compartilhado entre a UBS e consultas especializadas com ginecologistas.

Nos casos de alto risco, o acompanhamento é realizado no CRESCEM – Centro de Referência em Saúde da Criança e da Mulher, onde uma equipe multiprofissional elabora um plano de cuidado individualizado para cada gestante. Em situações específicas, as pacientes são encaminhadas para o Ambulatório Regional de Alto Risco (AGAR), referência para atendimentos mais complexos, que funciona na Univali..

As crianças prematuras, identificadas pelo Programa Nascer Itajaiense, também recebem acompanhamento contínuo. Após a alta do Hospital Marieta, são direcionadas ao Serviço de Neonatologia de Alto Risco do CRESCEM, onde são recebidas por uma equipe multi e interdisciplinar, garantindo o desenvolvimento saudável nos primeiros meses de vida.

Sessão de fotos celebra a força dos bebês prematuros na UTI Neonatal do Hospital Marieta

A UTI Neonatal do Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen promoveu, nesta semana, uma sessão especial de fotos com os bebês prematuros internados na unidade. A ação, conduzida pela fotógrafa Simonne Santos, integra as iniciativas do Novembro Roxo, campanha internacional que chama atenção para a causa da prematuridade e reforça a importância do cuidado especializado durante os primeiros dias de vida.

A proposta da equipe da UTI Neonatal é aproximar as famílias, valorizar cada etapa da evolução dos pequenos e fortalecer a conscientização sobre os desafios e as chances de superação dos prematuros.

O Novembro Roxo destaca mundialmente a importância da prevenção da prematuridade e do acesso ao pré-natal adequado. A iniciativa realizada no hospital busca lembrar que cada bebê prematuro carrega uma história de força e que o suporte correto faz diferença para garantir um início de vida mais seguro.

As fotos devem ser entregues aos pais, como lembrança desses momentos.

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Hospital Marieta registra recorde histórico de nascimentos em um único mês

A Maternidade do Hospital Marieta Konder Bornhausen alcançou um marco histórico em agosto: 414 nascimentos realizados, o maior número já registrado em um único mês desde 2016, ano em que foi implantado o sistema informatizado da instituição.

Entre os recém-nascidos de 2025, 52% são meninos (1535) e 48% meninas (1485), sendo que 75% dos partos foram normais e 80% das gestações eram consideradas de alto risco.
O mês também foi marcado por partos raros: em um intervalo de apenas 48 horas, duas gestações gemelares e dois bebês nasceram empelicados, quando o recém-nascido vem ao mundo ainda dentro da bolsa amniótica.

Referência em gestação de baixo, médio e alto risco em Santa Catarina, o Hospital Marieta vem registrando crescimento expressivo no número de partos. De janeiro a setembro de 2025, foram 3.020 nascimentos, superando o mesmo período de 2024, quando ocorreram 2.978 partos.

Com 93% dos atendimentos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen é reconhecido como o maior hospital de Santa Catarina.

Em 2025, a maternidade ganhou um novo centro obstétrico, além de UTI e UCI Neonatal e Banco de Leite totalmente reestruturados. “Cada nascimento é a chegada de uma nova vida, e também o resultado de uma rede de cuidado e dedicação. Este recorde reflete o compromisso de toda a equipe com a excelência e a humanização do atendimento”, destaca a enfermeira coordenadora da maternidade, Larissa Alves.

Desde 2003, o Hospital recebe o Selo de “ Amigo da Criança, concedido pelo
Ministério da Saúde, reforçando seu compromisso com a promoção do aleitamento materno e o cuidado humanizado à mulher e ao recém-nascido.

O atendimento às gestantes também acontece através dos cursos oferecidos mensalmente aos futuros papais. Os encontros são realizados na última quinta-feira do mês. As inscrições são feitas no site do hospital: hospitalmarieta.org.br

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Banco de Leite do Hospital Marieta alerta para baixo estoque e reforça importância das doações

O Banco de Leite Humano do Hospital Marieta Konder Bornhausen está com o estoque baixo e os prematuros internados nas UTIs e UCIs neonatais dependem diretamente da solidariedade de mães doadoras.

Atualmente, a unidade conta com 20 leitos que necessitam, em média, de 800 ml de leite por dia. Mesmo pequenas quantidades fazem diferença: um bebê pode precisar de apenas 1 ml por vez, mas essa gota é capaz de salvar vidas e acelerar a recuperação, permitindo que saiam mais rápido da UTI.

Hoje, o Hospital Marieta possui 25 doadoras cadastradas, mas o ideal é ampliar esse número. Toda mãe saudável é uma possível doadora, desde puérperas a partir de 24 horas após o parto até mulheres que já tenham doado em gestações anteriores. O processo é simples e seguro, com exames rápidos e orientações de coleta que garantem a qualidade do leite.

As coletas externas são realizadas semanalmente: às terças em Itajaí; às quartas em Penha, Piçarras e Navegantes; e às quintas em Balneário Camboriú e Camboriú. Entre dezembro e março, período de férias, Carnaval e Páscoa, as doações caem ainda mais, tornando o desafio maior.

Segundo a equipe do Banco de Leite, o maior cuidado é com a qualidade: é necessário que a mãe esteja saudável, não fume, não consuma álcool e não tenha feito transfusão ou tatuagem recente. “Toda gota importa. Cada gota salva vidas”, reforçam os profissionais.

Para informações e cadastro: (47) 99257-2353

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Dia D da Doação de Órgãos: Hospital Marieta mobiliza Itajaí para dizer ‘sim’ à vida, no dia 24 de setembro.

Neste dia, hospitais de todo o Estado se unem em uma grande mobilização: o Dia D da Doação de Órgãos. A iniciativa antecipa o Dia Nacional da Doação de Órgãos, lembrado em 27 de setembro, e tem como objetivo despertar a sociedade para a importância desse gesto de amor que salva vidas.

Em Itajaí, o Hospital Marieta Konder Bornhausen, referência em transplantes em Santa Catarina, realizará uma ação especial na Avenida Marcos Konder, durante a manhã, com a distribuição de materiais informativos e conversas com a população.

O Hospital Marieta é líder estadual em doações de órgãos: em 2024 ficou em primeiro lugar no ranking de Santa Catarina e, no primeiro trimestre de 2025, manteve a liderança. Nos sete primeiros meses deste ano já foram registradas 22 doações efetivas, um crescimento de 40% em relação ao mesmo período de 2024. As principais doações são de rins, fígado e córneas.

Por trás de cada doação, há famílias que transformam dor em esperança. A moradora de Itajaí, Gilda Rodrigues Nomura, autorizou a doação das córneas do marido, Edson, após sua morte por aneurisma cerebral. “Ficamos felizes em saber que poderíamos doar as córneas. A doação é muito importante. Muita gente precisa”, destacou.

Já a família de Cleverton Vicente Oliveira Corrêa, vítima de acidente de moto, autorizou a doação de rins, fígado e córneas. No Hospital Marieta, amigos e familiares fizeram o Corredor de Heróis, uma despedida emocionante. Sua irmã, Silvana Oliveira, reforça: “Converse sobre doação em família. Uma pessoa pode salvar muitas vidas. Nosso irmão, por exemplo, pode salvar cinco. É lindo saber que seu irmão é um herói”

No Hospital Marieta, uma equipe formada por oito enfermeiros e dois médicos é responsável por todo o processo de captação e acolhimento das famílias. A enfermeira intensivista Marília Dallacorte destaca que o reconhecimento dos familiares é o maior incentivo para seguir nessa missão:
“ Somos muito gratos pelas mensagens de agradecimento, pelo acolhimento prestado em um momento de perda tão doloroso, que recebemos. Saber que conseguimos transformar essa dor em esperança, oferecendo a chance de outras vidas continuarem, é o que nos inspira a seguir divulgando a importância da doação de órgãos. Esse gesto é, acima de tudo, um ato de amor, empatia e compaixão, capaz de devolver a vida e a esperança a muitas pessoas. É um propósito de Deus na vida de cada um”, comenta Marília.

O Hospital Marieta reforça o convite para que a comunidade participe da mobilização no dia 24 de setembro, na Avenida Marcos Konder, e, sobretudo, leve essa conversa para dentro de casa. Afinal, a decisão de doar nasce no diálogo entre familiares, e pode significar a diferença entre a vida e a morte para quem está na fila de espera.

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Em apenas 48 horas, Hospital Marieta registra dois partos empelicados de gêmeos em Itajaí

O Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen, referência em obstetrícia em Santa Catarina, viveu nesta semana um acontecimento raro: em um intervalo de apenas 48 horas, dois bebês nasceram empelicados,  quando o recém-nascido chega ao mundo ainda envolto pela bolsa amniótica.

No primeiro caso, ocorrido em 26 de agosto, nasceram os gêmeos Henry e Antony, filhos de Caroline Ferreira Samenezes e Paulo Henrique Coelho. Antony veio ao mundo empelicado, cena tão especial que emocionou a todos e fez o pai desmaiar ao presenciar o nascimento. Rapidamente amparado pela equipe, o momento foi celebrado com alegria por familiares e profissionais de saúde. “Eu já tinha visto e achava lindo. Tinha até comentado com a minha mãe que acreditava que um deles poderia nascer empelicado. E na hora foi o que aconteceu”, lembra a mamãe Caroline.

Dois dias depois, em 28 de agosto, o hospital registrou o nascimento dos gêmeos Miguel e Isaque, filhos de Jonathan Zasnieski e Bruna Carolina Cândido Zasnieski. Assim como no primeiro parto, o segundo bebê, Miguel, também nasceu empelicado, repetindo a raridade em um curto espaço de tempo.

“Um momento que não tem palavras para descrever. Nunca tinha visto antes um bebê empelicado, mesmo sendo bombeiro. Em todo momento a equipe foi comunicando o que estava acontecendo, foi muito prestativa”, comentou Jonathan, pai dos bebês.

O caso é considerado raro, segundo a médica residente Luiza Gallina, responsável pelos partos. De acordo com a profissional, durante uma cesariana é comum que a bolsa se rompa no momento da cirurgia, o que torna especial o fato de os dois segundos bebês terem nascido com a bolsa amniótica intacta. “Ambas as gestações foram classificadas como gemelares do tipo mono/di, em que os bebês são idênticos, compartilham a mesma placenta, mas se desenvolvem em bolsas amnióticas separadas”, explicou.

O Hospital Marieta realiza, em média, 400 partos por mês, com infraestrutura moderna e equipe multiprofissional altamente qualificada, preparada para oferecer um atendimento seguro, humanizado e de excelência.

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Pequeno Isaak recebe alta após nascer com 895 gramas no Hospital Marieta

O pequeno Isaak Cugik Bittencourt deixou a Maternidade do Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí, na última sexta-feira (11), pesando 2,7kg. Ele nasceu com 25 semanas, no dia 19 de abril deste ano, pesando apenas 895 gramas, depois que sua mãe, ainda com 23 semanas de gestação, teve a bolsa rompida e perdeu todo o líquido gestacional.

Foram quase 3 meses enfrentando grandes batalhas para agora, escrever sua história ao lado dos papais Karine e Ivan, em casa. “Ele é um verdadeiro milagre. Deus cuidou da gente em cada detalhe”, conta emocionada a mãe de Isaak. Internada desde o dia 3 de abril, ela conseguiu segurar a gestação por mais 17 dias – um período que foi essencial para aumentar as chances de sobrevivência do bebê.

Primeiro filho do casal Karine Cugik Bittencourt e Ivan Bittencourt, Isaak é descrito como um verdadeiro guerreiro pela equipe da UTI Neonatal. Foram quase três meses de cuidados intensivos, cada grama conquistada sendo celebrada.

A mãe também se tornou inspiração para outras famílias. Ela passou a doar leite humano ao Banco de Leite do Hospital Marieta, ajudando a alimentar não só o filho, mas também outros recém-nascidos internados na unidade neonatal.

Histórias como a de Isaak reforçam a importância do trabalho da equipe multiprofissional da Maternidade e UTI Neonatal do Hospital Marieta, referência em atendimentos de alta complexidade em Santa Catarina. “Isaak chegou à UTI Neonatal como um guerreirinho prematuro extremo, pesando apenas 895 gramas, com pulmões imaturos e dificuldades para respirar. Desde o primeiro momento, recebeu todo o suporte necessário, foi alimentado com leite da mamãe, que sempre fazia a retirada no Banco de Leite Humano e teve o aconchego do método canguru, fortalecendo o vínculo com a família. Cada grama conquistada era uma vitória celebrada pela equipe. Depois de quase três meses de luta, ele ganhou peso, aprendeu a mamar sozinho, respirou sem aparelhos e mostrou uma força que inspira a todos”, lembrou a coordenadora da maternidade, Larissa Alves.

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Hospital Marieta celebra renovação do título Hospital Amigo da Criança

O Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen celebra a renovação do título Hospital Amigo da Criança, concedido pelo Ministério da Saúde. Com a renovação do título, a unidade reforça seu compromisso com a promoção do aleitamento materno e o cuidado humanizado à mulher e ao recém-nascido.

Desde 2003, o Hospital recebe o selo de qualidade criado em 1991 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

O Hospital Marieta passou neste ano pela avaliação trienal promovida pela Secretaria de Estado da Saúde e pelo Ministério da Saúde, garantindo novamente o reconhecimento. Para manter o selo, a unidade cumpre rigorosamente os 10 Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno, entre eles: promover a amamentação na primeira hora de vida, garantir o alojamento conjunto, evitar o uso de bicos e mamadeiras, permitir o livre acesso dos pais ao recém-nascido internado e assegurar práticas humanizadas no pré-parto, parto e pós-parto.

“Os bebês que nascem em um Hospital Amigo da Criança têm toda a assistência necessária para evitar, logo após o parto, aspiração das vias aéreas, uso de oxigênio inalatório e da incubadora. A humanização, ainda passa, pelo contato mãe e bebê nos primeiros minutos de vida, amamentação na sala de parto e a estadia no mesmo quarto”, destaca Silvana Coratto, gerente de enfermagem do Hospital Marieta Konder Bornhausen.

No Brasil, cerca de 300 hospitais possuem essa certificação, sendo apenas 18 em Santa Catarina.

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Hospital Marieta realiza mutirão de contratação para técnicos de enfermagem

Na segunda-feira, dia 26 de maio, o Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí, realizará um mutirão de contratação exclusivo para técnicos de enfermagem. A ação começa às 8h, com entrada pela Avenida Marcos Konder.

Os candidatos interessados devem comparecer com currículo atualizado, documento com foto (RG), carteira de vacinação e registro ativo no Coren de Santa Catarina.

A seleção será feita de forma presencial, com entrevistas e análise dos documentos no local.

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Alerta: uso incorreto de medicamentos pode causar intoxicação, dependência e até a morte

A automedicação pode trazer sérias consequências à saúde, incluindo a morte. O alerta é reforçado neste 5 de maio, Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos, data que chama a atenção para os perigos do consumo descontrolado e sem orientação médica.

Segundo a farmacêutica Ludimila Gomes Alves, do Hospital Marieta Konder Bornhausen, o uso inadequado de medicamentos traz riscos que vão desde efeitos leves até complicações graves. “O cuidado deve ser redobrado no caso de antibióticos. Se usados de forma incorreta, o organismo pode desenvolver resistência bacteriana, o que dificulta o tratamento de infecções futuras. Nesses casos, o paciente pode precisar de medicamentos mais fortes e enfrentar períodos mais longos de internação”, explica Ludimila.

Outro ponto preocupante, segundo a farmacêutica, é o fácil acesso aos medicamentos e o estímulo ao consumo. “Percebemos um aumento no uso irracional, o que exige uma resposta da sociedade. É preciso mudar a cultura de tomar remédio para qualquer sintoma e só utilizá-los quando realmente necessário, com orientação do médico e do farmacêutico”, reforça.

Ludimila pontua ainda os danos causados pelo uso inadequado. “As pessoas precisam entender que todo medicamento promove uma ação no organismo e tem o tempo certo para gerar efeitos, tomar medicamentos por conta própria, mudar o intervalo ou a dosagem pode levar à intoxicações leves e a casos mais graves ou a falta de efetividade no tratamento desejado, ressalta.