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Alfonso Debatin é o novo presidente do Sindilojas Itajaí e Região para a gestão 2026/2029

A eleição para a nova diretoria do Sindilojas Itajaí e Região movimentou o dia desta quinta-feira, 11, reunindo associados em um processo que contou com chapa única inscrita. O pleito definiu a composição que estará à frente da entidade no quadriênio 2026/2029.

A diretoria eleita tem a responsabilidade de representar os interesses dos empresários do setor diante dos desafios econômicos dos próximos anos, conduzir iniciativas de fortalecimento do comércio regional e ampliar o diálogo com o poder público e com as empresas da região.

A nova composição é formada por:

Presidente: Alfonso Debatin
Vice-Presidente: Mario da Silva
1ª Secretária: Neila Oldoni
2º Secretário: Cionei Zanotti
1º Tesoureiro: Bento Ferrari
2ª Tesoureira: Tânia Fronza
Diretor de Patrimônio: Luiz Ricardo Nunes

Conselho Fiscal
Membro Efetivo 1: Salim Francisco dos Santos
Membro Efetivo 2: Charles Seeberg
Membro Efetivo 3: Cesar Luis da Silva
1º Suplente: Alfredo Carlos Kleis

Para o novo presidente, Alfonso Debatin, a gestão será guiada pela continuidade e o suporte aos associados em temas nacionais que entrarão em pauta nos próximos anos . “Uma das nossas metas é manter aquilo que foi construído ao longo dos anos: a representatividade da entidade, a credibilidade perante o poder público, a sociedade e as demais instituições, além da consolidação do relacionamento com os associados, que fazem do Sindilojas uma referência para o setor.”

Sobre os desafios, o novo presidente pontua a implantação da NR 01 e o início da transição da Reforma Tributária. “Vamos apoiar as empresas na adequação à NR 01, que passa a vigorar com novas exigências e precisa ser aplicada de forma segura para amparar os empresários. Da mesma forma, em relação à Reforma Tributária: vamos trabalhar para orientar a classe empresarial e contribuir para que essa transição impacte o mínimo possível, especialmente no que possa afetar negativamente os empreendedores.”

A área de cursos profissionalizantes também estará em evidência nesse período. “Vamos seguir investindo na qualificação e capacitação dos empresários, gestores e colaboradores, porque acreditamos que conhecimento é a base para fortalecer o comércio e preparar nossas empresas para os novos cenários”, destacou.

O presidente Alfonso Debatin ( a direita) e o vice-presidente, Mário da Silva.

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Saúde

Fim de ano pode intensificar emoções: psicóloga do Hospital Marieta explica como lidar com ausências, luto e internações

O período de festas costuma ser associado à união, celebração e reencontros. Porém, para muitas pessoas, o Natal e o Ano Novo também despertam sentimentos de saudade, ansiedade, tristeza e até culpa por não conseguir acompanhar o “clima festivo”.

“O fim de ano evidencia ausências. A pessoa em luto, quem viveu um término ou quem está longe da família percebe de forma ainda mais intensa aquilo que não está ali. E tudo bem não estar bem. É preciso desconstruir o mito de “ felicidade obrigatória”, onde todos precisam estar bem e felizes no Natal e Ano Novo”, explica a psicóloga Simone Bello, do Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen.

As festas podem ampliar a sensação de vazio deixada por quem partiu. A chamada “cadeira vazia”, que simboliza ausências físicas ou emocionais, reacende memórias, rotinas interrompidas e expectativas que não se concretizaram. “Sentir falta, se emocionar e viver o luto é uma forma de honrar a história que foi compartilhada”, afirma.

Outro fator que gera sofrimento é a impossibilidade de reunir a família. Mudanças de cidade, trabalho, limitações financeiras, conflitos ou necessidades pessoais fazem com que muitos passem as festas longe de quem amam. “ Existem formas de manter a conexão: conversas, mensagens, rituais personalizados ou simplesmente expressar o quanto aquela relação é importante”, orienta a psicóloga.

Para aqueles que enfrentam doenças ou têm um parente internado no período, o clima festivo parece ainda mais distante. No Hospital Marieta, esse é um cenário frequente entre pacientes e familiares que chegam fragilizados emocionalmente. Simone Bello explica que o primeiro passo é compreender a necessidade do tratamento e trabalhar a aceitação do momento. Ela destaca o conceito do Círculo de Segurança, no qual familiares exercem a função de “Base Segura” e a equipe multidisciplinar atua como fonte de proteção, promovendo segurança por meio das necessidades atendidas.

Mesmo diante de desafios, a gratidão ainda pode estar presente de forma realista. “Existe um elo muito forte quando falamos de gratidão. Ela pode surgir quando o paciente, a família ou o cuidador reconhece que suas necessidades foram atendidas, que houve acolhimento e cuidado por parte da equipe”, afirma. Para ela, praticar a empatia ajuda a ampliar esse olhar. “Se olharmos para as pessoas com mais empatia, e percebermos as dores silenciosas que cada um carrega, os sonhos interrompidos, o ‘boa noite’ ou o ‘eu te amo’ que talvez nunca mais será dito ou recebido, entenderemos o quanto temos motivos para praticar a gratidão.”