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SindiMulher promove evento “Laços que Protegem” em alusão ao Agosto Lilás

Para fortalecer o acolhimento, a informação e a proteção das mulheres, o SindiMulher realiza, no dia 5 de agosto, às 19h, o evento “Laços que Protegem”, em alusão ao Agosto Lilás, mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher. O encontro acontece na sede do Sindilojas Itajaí e é exclusivo para o público feminino.

A programação inclui uma conversa com as advogadas Monick Miguel e Camila Franchi de Souza Sá. As especialistas vão falar sobre os direitos das mulheres e as múltiplas formas de violência: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral, que ainda afetam milhares de brasileiras diariamente.

Além disso, o mestre Dirceu vai conduzir um momento de técnicas acessíveis de autodefesa feminina, reforçando a segurança e a confiança das mulheres no dia a dia.

A proposta é criar um espaço seguro de acolhimento, informação e fortalecimento. Falar sobre violência é essencial para romper o silêncio e proteger mais mulheres.

A participação é gratuita e exclusiva para mulheres. As inscrições podem ser feitas por meio de formulário online: https://forms.gle/EiZ9QG1qppNr2bPU9 ou através do Whatsapp: 47 9 9156 0575.

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Desafios da construção civil são debatidos em evento na Capital

O presidente da Intersindical Patronal de Itajaí, Gustavo Bernardi, e o presidente do Sinduscon da cidade, Eduardo Agostini, participaram, nesta quinta-feira (17), de um encontro promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), na sede da FIESC, em Florianópolis. Santa Catarina foi o primeiro Estado escolhido pela Câmara para apresentação de dados importantes referentes ao setor da construção civil.

O evento reuniu lideranças empresariais e especialistas para discutir os principais desafios da construção civil na Região Sul.

Foram apresentados dados inéditos do projeto CBIC Indicadores Regionais, que apontam que o setor da construção representa 30% do PIB setorial da Região Sul e enfrenta entraves como a alta de juros, incertezas econômicas e dificuldade na atração e qualificação de mão de obra. A economista da CBIC, Ieda Vasconcelos, alertou que o setor registrou retração de 0,8% no primeiro trimestre de 2025 e que há preocupação com o médio e longo prazos.

De acordo com o presidente da Intersindical Patronal, “ os problemas que debatemos aqui em nossa cidade, em relação a falta de mão de obra para o setor e a falta de moradias mais acessíveis são vistos nas grandes cidades do Sul. Por outro lado, percebe-se que há um mercado muito grande para ser explorado para a construção desses imóveis com valores menores”.

Alternativas para suprir as necessidades de trabalhadores na construção civil estão sendo debatidas e Brasília, pela CBIC

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Pequeno Isaak recebe alta após nascer com 895 gramas no Hospital Marieta

O pequeno Isaak Cugik Bittencourt deixou a Maternidade do Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí, na última sexta-feira (11), pesando 2,7kg. Ele nasceu com 25 semanas, no dia 19 de abril deste ano, pesando apenas 895 gramas, depois que sua mãe, ainda com 23 semanas de gestação, teve a bolsa rompida e perdeu todo o líquido gestacional.

Foram quase 3 meses enfrentando grandes batalhas para agora, escrever sua história ao lado dos papais Karine e Ivan, em casa. “Ele é um verdadeiro milagre. Deus cuidou da gente em cada detalhe”, conta emocionada a mãe de Isaak. Internada desde o dia 3 de abril, ela conseguiu segurar a gestação por mais 17 dias – um período que foi essencial para aumentar as chances de sobrevivência do bebê.

Primeiro filho do casal Karine Cugik Bittencourt e Ivan Bittencourt, Isaak é descrito como um verdadeiro guerreiro pela equipe da UTI Neonatal. Foram quase três meses de cuidados intensivos, cada grama conquistada sendo celebrada.

A mãe também se tornou inspiração para outras famílias. Ela passou a doar leite humano ao Banco de Leite do Hospital Marieta, ajudando a alimentar não só o filho, mas também outros recém-nascidos internados na unidade neonatal.

Histórias como a de Isaak reforçam a importância do trabalho da equipe multiprofissional da Maternidade e UTI Neonatal do Hospital Marieta, referência em atendimentos de alta complexidade em Santa Catarina. “Isaak chegou à UTI Neonatal como um guerreirinho prematuro extremo, pesando apenas 895 gramas, com pulmões imaturos e dificuldades para respirar. Desde o primeiro momento, recebeu todo o suporte necessário, foi alimentado com leite da mamãe, que sempre fazia a retirada no Banco de Leite Humano e teve o aconchego do método canguru, fortalecendo o vínculo com a família. Cada grama conquistada era uma vitória celebrada pela equipe. Depois de quase três meses de luta, ele ganhou peso, aprendeu a mamar sozinho, respirou sem aparelhos e mostrou uma força que inspira a todos”, lembrou a coordenadora da maternidade, Larissa Alves.